<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761</id><updated>2011-07-28T05:56:40.761-07:00</updated><category term='Teorias'/><category term='Medo'/><category term='Sarcasmo?'/><category term='Conceito'/><category term='.:Amor:.'/><category term='Vampiro'/><category term='SexO'/><category term='.:Dor:.'/><category term='Grotesco:.'/><category term='Delírios'/><category term='Nojo'/><title type='text'>Terror e Tormentos</title><subtitle type='html'>Terror ou tormentos?Tinha que ser a Carol.
Insipidez sagrada insipidez.
Porque o inferno é ali perto.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-782691067497978009</id><published>2010-03-17T14:37:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T14:41:20.497-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sarcasmo?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SexO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:Amor:.'/><title type='text'>Louise (ou do Louisístico Platonismo)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I) Preliminares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a)para a visão de Louise, ouça "Bientot" (Coralie Clèment)&lt;br /&gt;b)para a visão de Hades, ouça "The apostle in triunph" (Opeth) ou "Bad Things" (Jace Everett)&lt;br /&gt;c)para uma visão complementar, ouça "Alleine Zu Zweit" (Lacrimosa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Agora me encomoda bem menos, ser assim. Quero dizer, o passado é monstro verde à espreita, pronto ao ataque. De você - e em você - enxerguei-me de visão panorâmica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nos seus olhos estava mergulhado o meu orgulho de não sentir-me com orgulho"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Do platonismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;tomei parte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;e, como a seita que é,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;acredita não no poder&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;do eu, mas do als ob&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;- e ama.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Do cadinho tomei o vinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;que lhe cuspo na face&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Pra nunca mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Nunca mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Uma garota caminhava de quatro por um cômodo amplo, era Louise. Ela lambia o chão cruzando o quarto até que chegou à porta, ajoelhou-se e lambeu a maçaneta somente com a ponta da língua. No mesmo átimo, a maçaneta girou e a porta foi empurrada para frente da garota. Ela observou atentamente o rapaz de finos traços e olhos amendoados.Finalmente o japonês do apartamento ao lado batia - literalmente - à sua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;porta, se este era o seu quarto. E era. Rapidamente, questões como "quem o deixou subir e chegar até aqui" pipocaram na mente dela. Como assim, o japonês que, há meses, pesrseguia, sério.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;O rapaz apenas a observava, sério. Olhos faiscantes, indolentes e incandecentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Era como se ele não pensasse em nada e ela se desmanchasse num turbilhão de pensamentos, hipóteses, soluções e, claro, inutilidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;"onde será que ele tem uma tatuagem, se ele tem..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Ele encarava como se precisasse de algo, mas não era capaz de fazer-se compreender. Disse ele pegando a mão dela e colocando na rigidez genital:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;-C'mon chèrie.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Ela respondeu com um olhar sorridente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;-Não tenha medo - disse ele - e mova. Just relax, mon chèrie. - sorriu, cínico feito ácido, gostoso como um sonho. Corrosivo.Demais, demais. - Me deixa ser seu Hades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Ela moveu o quanto conseguia.E o sorriso lhe palpitava o peito fazendo-a sentir cócegas frio e calor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;-Feche os olhos - ordenou.E no fechar de olhos, ela percebeu o profundo olhar verde seguido do arrancar de sua blusa... depois disso, não mais conseguiu abrir os olhos. - Horrorizou-se, francesinha?Ah, non creo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Ele a carregou para a cama de edredon rosa, numa braçada jogou todos os bichos de pelúcia (toda a coleção da Marittel) no chão, transformando-os numa plateia em volta do palco que se desnudaria tão logo. Combriu seus lábios com beijos ardorosos, uma língua veloz, um maxilar envolvido numa cadencia incrível. Ao mesmo tempo, ele explorava as formas do corpo, do indicador na língua dela deslisou pelo pescoço esticado pra trás, os seios que se enrigeciam, o abdome e pegou a vagina como se fosse propriedade sua. Louise estremesseu quando ele abriu o ziper do shortinho xadrez com a boca, exibindo uma calcinha mínima com estampa de onça. Hades abocanhou a calcinha, puxou e largou. Ainda vestido, à medida que a beijava e mordia os seios por cima do soutien, pegou na mochila alguns aparatos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Vendou e amarrou os pulsos dela à cama. Rasgou com as mãos o soutien rosa bebê e devorou o conteúdo, intercalando com chupadas e lambidas de leve. A menina simplesmente tremia e arfava. Não satisfeito, ele tirou a calça e alojou seu membro entre os pequenos seios e puxou os cabelos dela e griou:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- C'mon Chèrie!C'mon!C'amon!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Ela sentia o entrar e sair daquela torre em sua boca, o calor, a rigidez, o calor, a rigidez, o calor, a rigidez, o calor, a rigidez....e o paladar. Então ele jorrou, jorrou no rosto, pescoço e ombros. Com as mãos ele espalhou tudo aquilo pelo corpo dela. Deitado sobre aquele corpo, sentiu a inclinação dela pra cima, ao encontro do pênis ainda não reconstruido. Afastou-se e retornou algumas vezes, puxou a ponta dos mamilos dela e mordeu o pescoço enquanto suas mãos se enchiam com os peitinhos joviais, no meio da carícia apertou pra valer até ouvir o gemido então uniu-os e passou a outra travessura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Virou a garota de bruços, mordeu e chupou o dorso segurando os ombros dela com força e tornou a virá-la.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Sentindo o palpitar do corpo da garota, Hades, imediatamente, arrancou-lhe a calcinha e tocou-lhe a boceta com os dedos, percorrendo os pontos certos, sentindo o limite, a vontade crescendo além do insuportável...então penetrou com força e cavalgou com o mais límpido prazer, roçando a pele, pegando a costela, o abdomem e as nádegas com a fome de cão, tamanha a voracidade animal que se apoderava dele. Ébria de desejo, ela suplicava e ele galopava o sexo mais rápido, mais rá-pido, mais rá-pi-do, mais rá-pi-do-ooooooooo ... então ela se contorceu, sentiu-se parte de um todo que era ela mesma, o centro de um círculo, ao mesmo tempo parado e dinâmico, físico e espiritual, um prazer indescritível!Logo sentiu um jato dentro de si e o deslanchar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Logo então, seu amante sai de cima do corpo, se veste, beija de leve os seus lábios ávidos e a liberta. .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Mas antes de sair ele disse:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;-Merci beaucoup, ma chèrie. - e saiu. Assim como veio. Pra nunca mais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Louise guardou no fundo das retinas aquele quadro, imagem que guardaria até o fim dos seus dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Lençóis revoltos e inquietude involuntária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Mas fora apenas sonho...?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-782691067497978009?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/782691067497978009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=782691067497978009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/782691067497978009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/782691067497978009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2010/03/i-preliminares-apara-visao-de-louise.html' title='Louise (ou do Louisístico Platonismo)'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-8072056237650200886</id><published>2009-11-02T05:47:00.000-08:00</published><updated>2009-11-02T05:48:59.104-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SexO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vampiro'/><title type='text'>::Vampiragem::</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aaron estava encostado na lateral do carro distraído. Seus longos cabelos negros caiam por sobre o rosto perfeitamente, levado pelo vento. O conjunto fazia da cena quase que fotográfica. Carrie chegou do outro lado e o abraçou de repente. Ele retribuiu sorrindo; Enlaçou-a pela cintura percorrendo suas curvas por cima do couro de sua calça justa, com a voracidade impressa em cada milímetro do toque. Jogou a mulher dentro do veículo num misto de palor e violência irrestrita. Oh, como era adorável, apesar de dolorido! A moça caiu quase de costas, seu cabelo encobrindo o rosto juvenil. Aaron entrou no carro e, estando sobre ela, puxou mechas do cabelo para trazer a face para si, para dominar aquela jovem vampira, mais uma vez. Beijos quentes, uma circular sincronia entre as línguas, a mão que invadia suas calças. O cheiro típico do pecado. O revirar dos olhos típico da ânsia atroz. Então veio o revide, o cravar de unhas nas costas dele, por debaixo da velha regata de algodão, até o sangue escorrer...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O toque maciço das mãos dele despia sua roupa com delicadeza e emergência tais que, quando se deu conta, a moça já estava nua em pêlo pronta para liberar toda a carga massiva. Ele a chupou tanto e tão intercaladamente com o bruto inserir de dedos na vagina da imortal que o pedido silencioso pelo arrombamento era quase que uma súplica. O ritmo se tornava cada vez mais incandescente, de modo que ela era puro delírio, pura vontade, lascívia, tesão desmedida...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ele sorriu ao ver aquela expressão no rosto de olhos cerrados, e era como se sua paixão fosse contagiante, ele sentia seu membro inflando, enrijecendo por dentro de sua cueca, sentia a virilidade crescer como uma ampla chama, espécie de aura completa. Carrie abriu o zíper da calça dele tremeluzente, pronta para tomar em suas mãos aquele martelo arfante, quando sentiu suas mãos serem lubrificadas. A ânsia era desesperadora, tanto que ele tratou de adentrá-la, com aquela estupidez habitual, o ritmo do entrar e sair, gradativamente mais veloz, mais incontrolável, mais insuportável, as cavalgadas fundas, que a faziam revirar os olhos, e o levavam a se contorcer desesperado.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em tamanha comunhão de frenesis a bestialidade aflorou; ele deteve, por um instante, a movimentação acelerada, muito embora ainda se mantivesse dentro dela. Aproximando seus lábios daquele seio tão belo em sua singeleza abocanhou-o com toda a certeza de tratar-se de propriedade sua. Mordeu com afinco e sugou, sugou e sugou ao seu bel prazer e lambeu os resquícios, afinal não seria justo desperdiçar uma gota sequer daquele mágico fluido. Ele teve espasmos de prazer, enquanto ela, em similar volúpia sentia o arrepio formigante a percorrer-lhe a espinha, da nuca ao cóccix tudo culminando em um choque. Imobilidade em face do desespero, da fome, até que cravou suas presas no antebraço dele, que a bofeteou sem piedade:&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;-Sua vadia! Toma isso!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com a raiva brilhando nos olhos ele a penetrava como que perfurando, enlouquecendo a ambos, ludibriando a tenra moral, dissolvida em cada seqüência ascendente de encontro de quadris. Ele arfava como um animal e, quando se deu o ápice dela, que não gritou, mas que, por puro impulso, novamente enterrou as unhas nele enquanto jogava o corpo para trás. Ele por sua vez, fumegava, tanto tanto que seu gozo foi uma explosão adimensional dentro daquele cálido receptáculo transbordante. Carrie vibrou dos pés a cabeça até perder as forças por completo, enquanto Aaron caiu por sobre ela, a abraçando. ..&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-8072056237650200886?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/8072056237650200886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=8072056237650200886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/8072056237650200886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/8072056237650200886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2009/11/vampiragem.html' title='::Vampiragem::'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-3481837106432278277</id><published>2009-05-07T18:03:00.000-07:00</published><updated>2009-05-07T18:28:55.400-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grotesco:.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sarcasmo?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vampiro'/><title type='text'>Ossos do ofício</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/SgOFBFX8t9I/AAAAAAAAAVU/vQ8ZCzgGH9w/s1600-h/morte29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/SgOFBFX8t9I/AAAAAAAAAVU/vQ8ZCzgGH9w/s320/morte29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333252637405788114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;orri de forma dissimulada e logo traguei aquela fumaça terrível vinda do meu cigarro. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pior &lt;/span&gt;já havia passado: encontrei o desgraçado que deveria morrer e ganharia alguns trocados por isso. Meus carniçais se divertiam com aquilo que era para eles comida. Eu deveria mesmo ter um desprezível estômago de urubu para contemplar àquela cena aterrorizante com um sorriso na cara... Mas é que a cena me atraía como uma obra conceitual, aquela animosidade que beirava a paixão dos três que devoravam a carne daquela forma, usando apenas as mãos e os dentes. Tamanha beleza vi naquilo que resolvi fazer da minha própria tarefa uma sublime forma de viver: retalhar os diabos depois da morte e compreender seu funcionamento...o poder  e beleza da sua forma,e assistir a efemeridade de tudo isso. Alimento-me do sangue, recebo por extirpar almas e tenho o prazer indescritível de saber que esses ossos e do ofício são &lt;span style="font-style: italic;"&gt;para sempre&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-3481837106432278277?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/3481837106432278277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=3481837106432278277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/3481837106432278277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/3481837106432278277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2009/05/ossos-do-oficio.html' title='Ossos do ofício'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/SgOFBFX8t9I/AAAAAAAAAVU/vQ8ZCzgGH9w/s72-c/morte29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-20245259250939080</id><published>2008-11-18T18:38:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T18:45:11.838-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios'/><title type='text'>Patogenia:.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.arscientia.com.br/sas/fotos/materia/20347c742b8d40bacf2298067bb12316.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 350px; height: 429px;" src="http://www.arscientia.com.br/sas/fotos/materia/20347c742b8d40bacf2298067bb12316.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;rascunho: Leonardo Da Vinci&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luz e sombra. É imprescindível o amorfismo da forma. Abri os olhos era um misto de surpresa e horror: a visão era composta por sonhos de sangue. Pesadelos insuportáveis. Fantasmagorias contaminavam minha visão cáustica. Certo. Mais um dia, mais uma vez... Ele se aproxima, o gelo que exala em forma de vapor destrói minha sensibilidade. Certo. Avanço mais alguns passos sem motivação ou contundência. Expiração e inspiração ofegantes. A única luminosidade é a dos meus olhos que mapeiam aqueles becos imundos à medida do possível. Nada de encostar-se a essas paredes de lava seca em que borrifaram alguma mistura pastosa e grudenta. Os respingos gélidos do caminhar molhavam-me as pernas, então valia a pena correr. No final do corredor havia uma parede talhada com alguém preso. Foram poucos os degraus até chegar ao corpo... que era o meu?! Despertei...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-20245259250939080?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/20245259250939080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=20245259250939080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/20245259250939080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/20245259250939080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/11/patogenia.html' title='Patogenia:.'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-3005211316817475037</id><published>2008-11-13T09:13:00.001-08:00</published><updated>2009-06-14T07:10:16.568-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sarcasmo?'/><title type='text'>Janela.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://orelhadoano.no.sapo.pt/janela.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 412px; height: 271px;" src="http://orelhadoano.no.sapo.pt/janela.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:78%;" &gt;imagem  obtida em http://orelhadoano.no.sapo.pt/janela.jpg&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: center;font-family:courier new;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;“Por trás do céu de veludo existem coisas. Por trás de fatos existem intenções. E sangue. E mais coisas.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Era uma vez uma menina nebulosa que sempre dormia com a sua janela do quarto aberta. Um dia, monstros da noite resolveram adentrar e a levaram, de modo que ninguém jamais voltou a vê-la, uma pena.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sempre fora uma boa menina, pena que não obedecia à mãe quando essa mandava fechar a janela e ligar o ventilador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:courier new;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Moral da história:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Capaz de ter sido a mãe quem negociou com os monstros e os chamou através dos sonhos. Só para dar uma lição. Mas monstros são traiçoeiros. E sim, eles comem as crianças. Por que não obedecer aos pais?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-3005211316817475037?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/3005211316817475037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=3005211316817475037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/3005211316817475037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/3005211316817475037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/11/janala.html' title='Janela.'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-2588912666626548392</id><published>2008-09-07T18:41:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T19:04:13.080-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios'/><title type='text'>Banquete</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:red;"&gt;“There’s no present there’s no future&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:red;"&gt;I don’t even know about the past&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:red;"&gt;It’s all timeless and never ending&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:red;"&gt;To take it in it’s all too vast”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:red;"&gt;Centre of eternity (Ozzy Osbourne)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:red;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;Sobre a terra úmida de uma floresta, jazia uma jovem pálida, sem vestígios de sangue. O vento soprava violentamente por sobre a pele da face e pelo vestido escuro, ornamentado por fios de ouro. Ouvia-se o som de animais ao longe, e um uivar cada vez mais próximo... Mais e mais próximo...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;Então irromperam olhares cruéis de dentro da cerração e, um a um avançavam em direção à jovem, correndo, saltando obstáculos, vorazes, sedentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;Houve um curto instante de total silêncio, que foi quebrado por um grito agudo e pesaroso - grito de quem agoniza – que percorreu a vastidão eterna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;Pairava sobre a garota uma atmosfera fétida de hálito quente – presas lupinas a mostra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;Os olhos cerrados da jovem se abriram, como se a alma retornasse de um pesadelo. A alcatéia permaneceu vorazmente ameaçadora. A garota riu um riso agudo, sádico. Os animais, nesse ínterim, foram adquirindo aspecto humanóide e também riram...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;...Até que sentiram os pés grudados ao chão, a voz em cada uma das mentes, o frio, o medo. Do outro lado a moça fitava cada um deles como se fosse tempo que a saciasse. Mas não era. Definitivamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:courier new;color:black;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Seguiu em frente, ao homem mais próximo. Levantou-se na ponta dos pés para alcançar o ombro; abraçou-o para desprover o nervosismo dele e, pouco depois, seus olhos ficaram iguais aos das cobras venenosas e ela enterrou os caninos – que ficaram enormes- em seu pescoço, sentindo o prazer à medida que o pulso dele caía. Isso foi se repetindo, até que ela terminou com todos e foi embora dali, na forma inicial, de garota. E seus lábios voluptuosos evidenciavam asensação de satisfação plena...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;color:black;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/SMSHsaYbpYI/AAAAAAAAAK8/4NDPfCEvMe0/s1600-h/vampira+mordendo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/SMSHsaYbpYI/AAAAAAAAAK8/4NDPfCEvMe0/s320/vampira+mordendo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243465063231890818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;color:black;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;imagem&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:courier new;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://valedassombrasmemorte.blogspot.com/2008/02/paixo-roubada.html" target="_top"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                          &lt;/span&gt;www.valedassombrasmemorte.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;color:black;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-2588912666626548392?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/2588912666626548392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=2588912666626548392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/2588912666626548392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/2588912666626548392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/09/banquete.html' title='Banquete'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/SMSHsaYbpYI/AAAAAAAAAK8/4NDPfCEvMe0/s72-c/vampira+mordendo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-4267145192518907393</id><published>2008-09-06T10:22:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T10:46:07.109-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teorias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SexO'/><title type='text'>Modus Operandi</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="LA"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="LA"&gt;(...)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"  &gt;O romance neste relacionamento é algo que quase não existe, pois falta sonho, relaxamento e descontração.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"  &gt;Deve se preservar contra o orgulho excessivo, se quiser que esta relação decole.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"  &gt;http://www.dpwinfo.com.br/astro/capricornio.htm&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Harrington;color:black;"   lang="LA"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;Mulheres.O que seriam essas criaturas misteriosas? Segundo ele, demônios inconfiáveis. Seu olhar intenso, sua boca seca clamavam por algo... mas o que isso teria a ver?Passou a mão esquerda pelo topo da cabeça sentindo a pele lisa por completo.O corpo exalava o que a mente pensava... a sensação era forte, sutil e sublime...O corpo pedia, chegava a doer.&lt;/span&gt;&lt;u1:p style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Levantou da cama e se vestiu – sempre havia aquela vestimenta jogada“do ontem” irrecordável. Seu hálito ainda era alcoolico, sua pele pingava suor. Melhor tomar um banho e manter o controle. Fê-lo, mas, ainda assim, não parecia gente.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;A vida é uma constante tríade, costumava pensar antes de desprezar a tudo. Uma dessas tríades é a teoria dos três efes: fresno, foda e fome&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span lang="LA"&gt;* &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;, e, absolutamente, ela sustentava algumas de suas convictas idéias.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;***&lt;u1:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;O olhar era fixo no próprio olhar refletido. Espelho, fascinio, de fato. Cada piscada era um lampejo. Sentia-se incompleta... os seios rijos... ansiava por algo.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Era a vontade.Vontade?Ela sentia vontade de rir de seus raciocinios patéticos. Umideceu os lábios com a língua e, mais uma vez tocou e girou a esfera de metal entre o lábio inferior e o queixo.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Voltou ao quarto, de toalha, ouvia-se um death metal tenebroso e avassalador. Fitava o mundo sem percebê-lo, contudo. Hilário: a carne, a fraqueza e a mentira..aspectos que compõem a nós e o demais e que compreede o mundo conhecido e desconhecido.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;O que viria a ser confiança?!&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Cada passo era um alarde. Cada peça de roupa era um alarde, e, sair de casa, foi um total incêndio.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;***&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Os desconhecidos se encontraram após um longo tempo sem contato. Em um primeiro momento se fitaram com frieza. Em seguida já vieram os aspectos humanos. Comprimentos, sempre eles...mas a única coisa palatável, que ambos eram capazes de sentir, era dor, uma dor enlouquecedora.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;O olhar dele era tentador, era um olhar que ela era capaz de desmistificar. Sim..aquilo, o que queria dizer. Brilhava e mirava certeiro, como dois raios. Ele sentia o calor dela, embora não estivessem assim, tão próximos.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Ela queria entendê-lo. Ele queria entendê-la.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Entraram no carro como dois estranhos, mas, a certa altura, quando entraram no apartamento, era como se conhececem de longa data, de forma tão íntima que dispensava palavras.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;(A dor persistia em ambos, impassível, incurável, impossível de ser descrita.)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Foram para o quarto, um lugar escuro, imundo e que recordava a primeira vez. Um banheiro que era pura imundice e deterioração. Em pleno show usurfluiram de si mesmos, do auge tão precoce e unilateral perdurara a dívida, e ela seria paga...certamente seria.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;Houveram as preliminares, claro, início da saciedade embalada por um death nervoso. O por vir seria fantástico e surrealesco.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;i style=""&gt;Depois de um tempo, ele começaria a passar a ponta da língua bem de leve, do seu pescoço até a parte mais baixa das suas costas... fazendo isso o mais lentamente, possível, para que fosse sentindo cada parte do corpo mutuamente.Depois de um tempo, ele viria a mudar, para as pernas, beijando, e dando leves mordidas até chegar aos pés dela, primeiro em uma perna, logo após na outra;lhe pediria para se virar, massagearia seus pés... e começaria a subir, com a ponta da língua e pura com leveza, até chegar a virilha, porém não passando dessa parte, pois logo após viria a passar para seu o ventre. Logo voltaria a beijá-la, e deslizar a ponta da língua, subindo devagar até aos seus seios, e os sugar cada um, como se o tempo tivesse parado, sem pressa; subiria ao pescoço, e, por fim, lhe beijaria a boca com uma fome dilaceradora.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;i style=""&gt;Entretanto, repetiu todo o processo duas vezes seguido, uma com a garota vendada outra com plena percepção do que era feito. O objetivo da venda era evidenciar a sutilezas do toque, ao passo que a ausência dela era a representação da vontade, bruta e lasciva. O olhar dele era uma espécie de raio cor-de-oliva, que expressava as suas intenções e refletiam as dela.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Seria mesmo o reflexo do que ela desejava?&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Chupava-a toda, deliciado, enquanto contemplava o erigimento da montanha de prazer dela. O vulcão que entraria em erupção tão logo?!Olhava para ela como coisa, como um objeto, que uma vez possuído, estaria, enfim, possuído.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;O olhar dela era misterioso, aqueles olhos escuros cintilavam um algo em código incompreensível. Quanto a ele, queria mais que saciá-la, queria subjugar sua alma... Seria possível?Perguntas não seriam feitas, os quebra-cabeças seriam ajustados de modo a imaginar as peças que faltam...&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;A vez dela. Sorriu, mordeu-lhe a orelha e a seccionou enquanto acariciava. Para ele era como se tivesse encontrado a morte, o frenesi era terrível, a pressão insustentável, tamanha fome. Em meio aos beijos ela mordeu a língua do amante, para, não muito depois, sentir a sua fúria. Esbofeteou-a, e, dessa forma, sentiu profundo prazer no ato. Ela sangrou, sentiu muita dor, mas sentiria mais. Gritou muito, mas ele ria.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;Por fim, tentou esquivar sorrateiramente, mas, como garota, sabia previamente da supremacia do dominador.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Foi por isso que seus olhos se tornaram duas esferas opacas e exibiu suas presas. Era um monstro. Seus músculos passaram da leveza de uma pena ao peso de uma barra de aço. O objetivo era esfarelar aquela criatura torpe que a violentara covardemente.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;Por sua vez, o homem imobilizou o corpo com base na influência da alma, querendo ou não, ela ainda não regressara por completo. Os segundos passavam como a diluição de vinho em água. Ela estava domada.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Mas quem disse que meninas não podem ser cruéis?&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;A garota aproveitou a proximidade e enterrou os caninos na aorta do seu possuidor-adversário. Sentia o prazer, do liquido jorrando para dentro de si, da vida de outrem de extinguindo sutilmente. A troca de memórias, flashes, pensamentos. Presente, passado e o que há de vir se mesclavam naturalmente. Fluía...&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;Este é o real prazer, o superior &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="LA"&gt;modus operandi&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Largou o corpo, penteou-se e tornou a se vestir. Já era tarde, a noite definhava, cedendo lugar aos aspectos da manhã. Observou o arrebol lindo por um instante, abandonou o corpo desmaiado e foi embora.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Harrington;"&gt;&lt;u1:p style="font-family: courier new;"&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Lei da sobrevivência; Cada um por si. Sempre, sempre.&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Harrington;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;_____________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Harrington;color:black;"   lang="LA"&gt;&lt;u1:p style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Dor.veêmencia.mútuo.paralisia.Violência.Sangue.&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoCommentText"&gt;*Teoria do Professor valadares que dá origem a um filme chamado “3 efes”.(Brasil, 2007,direção Carlos Gerbase)Esses tais efes são uma generalização das necessidades individuais da humanidade; são 3 tipos de fome.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style=""&gt;&lt;div style=""&gt;&lt;div id="_com_1" class="msocomtxt" language="JavaScript" onmouseover="msoCommentShow('_anchor_1','_com_1')" onmouseout="msoCommentHide('_com_1')"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;/div&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WI19OxUOnZk&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WI19OxUOnZk&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WI19OxUOnZk&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WI19OxUOnZk&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-4267145192518907393?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/4267145192518907393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=4267145192518907393' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/4267145192518907393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/4267145192518907393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/09/modus-operandi.html' title='Modus Operandi'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-5176600373455492090</id><published>2008-09-05T09:56:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T10:18:14.505-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grotesco:.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:Dor:.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nojo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SexO'/><title type='text'>Hóstias, Cruzes, Água benta e afins.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/casa/ratos10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/casa/ratos10.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;imagem retirada do site:&lt;br /&gt;http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/casa/ratos10.jpg &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;“This is killing us&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;Fighting the truth losing battle&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;We believe in nothing&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;Just hatred for each other&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;(…) no more, no more&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;This pain, must end”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"  &gt;(&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;Silent&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"  &gt; wars - arch &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"   lang="EN-US"&gt;enemy&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"  &gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:red;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="lucida grande" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: justify;"&gt;Era uma noite de sexta feira treze de agosto, noite sombria e celestial em que eu aguardava (muito a contragosto) o grupo de oração para rezarmos o terço. Nunca fui uma devota fervorosa, mas, no entanto, sempre fui ávida pelo obscuro da fé. Percebendo isso, minha mãe, que participava dos ritos católicos de forma rigorosa e claramente obsessiva, me inseriu em certos hábitos, alegando desejar uma camuflagem perante todos, mas eu sabia, na verdade eram as minhas atitudes que o que condenava, era como se eu fosse herética. Era obrigatório participar sempre, caso contrário? Muitas coisas...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin-left: 35.4pt; text-align: center;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                                                                                               &lt;/span&gt;* * *&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: justify;"&gt;Minhas tendências naturais sempre foram contrárias às tradições ditas luminosas. Tanto que, antes de completar sete anos, meu pai levantou a voz e ameaçou queimar-me após dissertar sobre a inquisição. Tudo isso devido a minha disciplina precoce, que, somada à aversão ao símbolo máximo cristão (a cruz) faziam de mim um bom bode expiatório. A cruz simplesmente me deixava doente; qualquer contato com a mais ínfima gota que fosse de água benta tornava meu humor irritadiço, a pele coçava a ponto de ferir; Tomar a hóstia foi um como um misterioso atentado à minha vida. Sabendo disso, no dia da minha primeira comunhão, a minha irmã mais velha, Scarlett, resolveu virar freira, adquirindo assim, o meu ódio mortal.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: center;"&gt;* * *&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="lucida grande" style="text-indent: 35.4pt; text-align: left; font-family: courier new;"&gt;A casa fora limpa e adornada especialmente para aquele fim, mas como os convidados demoraram resolvi escutar música; fui para o quarto recém organizado e comecei a ouvir Arch Enemy. Por hora, inebriada pela música, agitava a cabeça alucinadamente, acompanhando os guturais e os riffs minuciosos; lembrei que estava a sós em casa, o que eu me deu um gosto adorável. Permaneci batendo cabeça, girando, até que... bati a cabeça com força na imensa caixa plástica para guardar CDs; os olhos abriram, de leve, purpúreos e estáticos, devido a dor muda incalculável . Olhei a minha face no espelho, o sangue brotava da porção direita da testa e escorria junto às lágrimas no lado atingido.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não sei dizer como ou quando se deu o desmaio, ou se ele realmente aconteceu, mas, quando despertei, estava em um local escuro, úmido e fétido, os pulsos e os tornozelos em carne viva presos por um ferro, os lábios rachados e a testa dolorida. Estava deitada sobre uma superfície gosmenta, gelada e com forte cheiro de mofo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="lucida grande" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;Minhas pupilas logo se dilataram, então pude constatar uma silhueta se aproximando, trazendo consigo uma névoa fedorenta a qual me sinto incapacitada de descrever com precisão... Imagine uma tonelada de ratazanas em decomposição... não chegou sequer à metade do caminho...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: left;"&gt;Quando a criatura falou, emitiu um timbre viscoso, como que em desuso, enferrujado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: -33.8pt; text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: left;"&gt;- Bem vinda ao meu confim... Sim, você encontrou as trevas que busca desde o início da inconsciência e do controle da consciência... Está aqui a seu bel-prazer, portanto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: left;"&gt;Estranho aquele aspecto primitivo ser tão claro e mesmo inteligente, mas eu enrijecia ao menor avanço da criatura... Não, não poderia ser um humano.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: center;"&gt;* * *&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: left;"&gt;Primeiro grande ato: deitou-se sobre mim; ouvi um som retorcido, era o seu arfar monstruoso. Quanto ao corpo, este era repulsivo; Tateei a face sulcada, o corpo deformado e senti aquela pele cascuda repleta de fendas e erupções que gotejavam gosma além de furúnculos em furo que pareciam tão frios como carne congelada; cada lufada inglória adormecia um dos sentidos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: left;"&gt;Fiquei surpresa com minha aceitação amena, o controle que se apoderou de minha mente de forma inexplicável, para não dizer, sobrenatural. Acumulado com a isenção do pavor, uma outra sensação estridente foi tomando conta de cada célula do meu corpo que, por difusão, espalhava o calor lascivo, o desejo extremado por aquele monstro que no meu caso era o salvador; não aquele inábil príncipe de cavalo branco dos contos de fadas, mas o meu temível Nosferatu que habitava a nojenta enxovia que cobria meus lábios com beijos tépidos, afagos envolventes, luxuriosos e obscenos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new; text-align: left;"&gt;Tirou a manta grosseira que o cobria, exibindo nódoas moles, gosmentas; meu corpo emergiu ao retirar minhas vestes, até que nos enlaçamos em totalidade; éramos um paradoxo, uma simetria defeituosa que, cada vez mais, se tornava indistinta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Atraí-me esplendorosamente pelo grotesco, pela &lt;a style=""&gt;Fera&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" id="_anchor_1" onmouseover="msoCommentShow('_anchor_1','_com_1')" onmouseout="msoCommentHide('_com_1')" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2951487956062248052&amp;amp;postID=2635599796428603685#_msocom_1" language="JavaScript" name="_msoanchor_1"&gt;[*1]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;repulsiva que não era capaz de repelir, até que...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;" align="center"&gt;* * *&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;No segundo ato ele deixou cair a sua máscara densa, terrível e mortífera. A partir daquele instante eu saberia o que estava intrínseco e acabaria por retomar o mau em meu inconsciente. Meu sombrio monstro emitia tenebrosos ruídos, que não podiam encobrir o som úmido e macilento das garras que emergiam pela carne acima dos dedos; garras estas que me perfuravam repetidas vezes como vigas, mergulhando em minhas víceras e trazendo à tona o líquido da vida, que, na escuridão, não era visível. Meus olhos estavam fechados, e a dor me forçou a apertá-los ainda mais como que tentando dissipar a dor enlouquecedora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;Minha primeira reação para tentar me desvencilhar daquela mistura homogênea e colossal, foi me debater; entretanto, força descomunal dele anulava qualquer possibilidade de movimentação da minha parte.&lt;/p&gt;  &lt;div style="border-style: none none dotted; border-color: -moz-use-text-color -moz-use-text-color windowtext; border-width: medium medium 3pt; padding: 0cm 0cm 4pt; font-family: courier new;"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-indent: 35.4pt;"&gt;O Desejo me forçava ao contato físico total. Logo as garras alcançaram as minhas costas; deliciando-se com a minha dor ele permitiu que eu redobrasse o corpo e o contorcesse, escapando daquela maldita dor que me afligia. Meu ódio era controverso, era ódio por mim, não por ele; Em resposta aos meus pensamentos ele me concedeu o mais perverso e violento açoite, como que desprendendo de si uma enorme carga.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-indent: 35.4pt;"&gt;De súbito abri os olhos. Resisti. Ao menos tentei. O corpo físico precisava sucumbir, mas a batalha ferrenha se estabelecia entre a Alma e a Morte...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-indent: 35.4pt;"&gt;O meu vômito sanguíneo era sugado com voracidade pela besta. Sentia em meus lábios um fluido agridoce invadir a boca... Como desejava repeli-lo... Busquei reunir ao máximo a força do meu âmago, enquanto ele se deleitava com a minha dor, enquanto a vida não falta, apesar de que estivesse fugindo... Era uma ampulheta pequena... O que está em cima vem para baixo e vice versa...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-indent: 35.4pt;"&gt;Um lampejo exibia minha infância, eu buscava o suicídio através de um copo com água... Sorri brevemente sentindo a violência &lt;st1:personname productid="em seguida. Tentei" st="on"&gt;em seguida. Tentei&lt;/st1:personname&gt; empurrá-lo, mas minha força foi neutralizada de modo imaterial. Por um segundo perpetuou o silêncio vazio e sinistro... Vislumbrei o som monótono e rigidamente imutável do órgão, as velas sendo acesas no altar com cuidado... A cruz que reneguei... Mas trazia junto ao corpo algo que não pude me desfazer: um escapulário que ganhei há muito tempo...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ouvi um baque brusco e estrondoso; formou-se um buraco sobre as nossas cabeças por onde se infiltrava a luz da rua e exibia os nossos corpos enlaçados. Como que por milagre, criaturas semelhantes àquela que permanecia sobre mim desceram para o esgoto afastando os insetos a volta e, em seguida, retirando o meu cavalheiro brutal com violência distinta, lançando-o à &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: courier new;"&gt;Estirge&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" id="_anchor_2" onmouseover="msoCommentShow('_anchor_2','_com_2')" onmouseout="msoCommentHide('_com_2')" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2951487956062248052&amp;amp;postID=2635599796428603685#_msocom_2" language="JavaScript" name="_msoanchor_2"&gt;[*2]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; negra vinda dos canos; aproveitei a deixa, me recompus com dificuldade, e, nua, busquei correr à procura de uma saída.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os demais nosferatus me alcançaram e formaram um círculo inviolável a minha volta, circulo este que se fechava muito rapidamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Desejei ver a cruz, tomar o sangue, comer o corpo e nutri-me da água das águas (não menos lodacenta por isso)... Quem me encontraria em um local como esse? Um estranho medo se instalou em minha mente, o pânico. Não fui capaz ao menos de gritar sabia, no fundo o que isso ocasionaria... Eles ouviam os meus pensamentos e, em reação a eles exibiram as dentições e as faces medonhas mais mutiladas, chaguentas e cobertas por liquens, circundando-me, eu como a presa em meio a uma matilha esfomeada... Eles andavam em círculos, os dois sulcos que envolviam os olhos amarelos cujas pupilas em formato de fenda fixavam - se em minha figura, ao menor movimento do corpo trêmulo que se entregava a passos curtos à rendição total.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="lucida grande"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Deitei no chão como forma de submissão, fechei os olhos e me entreguei à morte. Cada vez mais me afastava desse mundo, embora tenha ouvido por algum tempo o balbuciar mórbido, corpulento e enegrecido:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin-right: -24.8pt;font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;- Nosso aspecto atordoa nobre princesinha? Nós somos as sombras, e dor é o que nos alimenta e dá prazer... Assim como Baudelaire apreciamos a “estética do feio”. Resta saber se você está apta. O que me diz? Aceita, ou regressará aos santos, às cruzes e os mantras monótonos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: lucida grande;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Arquejei, com efeito, sob os tentáculos dispensados sobre mim, a cabeça latejando, o pulsar longínquo retornando... Mexi os dedos arraigando espírito à carne tão logo fria como que estimulada pelo golpe rasteiro em meu único pertence junto ao corpo deformado...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Todos os seres ardilosos e asquerosos se aproximaram, curvando-se sobre mim como se eu fosse um oásis no deserto; fui sentindo o corpo sendo perfurado com veemência... Sim eu aceitara o voto das sombras, passei a ser uma criança da noite, a notívaga e destroçada Bela como me chamaram.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;  &lt;hr class="msocomoff" align="left"  width="33%" style="font-size:78%;"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style=""&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;  &lt;div id="_com_1" class="msocomtxt" language="JavaScript" onmouseover="msoCommentShow('_anchor_1','_com_1')" onmouseout="msoCommentHide('_com_1')"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a name="_msocom_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoCommentText"&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2951487956062248052&amp;amp;postID=2635599796428603685#_msoanchor_1" class="msocomoff"&gt;[*1]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“A Bela e a Fera”, da Disney.&lt;/p&gt;  &lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;/div&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/div&gt;  &lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a name="_msocom_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoCommentText"&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2951487956062248052&amp;amp;postID=2635599796428603685#_msoanchor_2" class="msocomoff"&gt;[*2]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Rio do inferno&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoCommentText"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;PS: ESSE CONTO PODE SER CONFERIDO NO SITE CONTOS DE TERROR:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.contosdeterror.com.br/contos/hostias.html"&gt;http://www.contosdeterror.com.br/contos/hostias.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-5176600373455492090?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/5176600373455492090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=5176600373455492090' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/5176600373455492090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/5176600373455492090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/09/hstias-cruzes-gua-benta-e-afins.html' title='Hóstias, Cruzes, Água benta e afins.'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-7604973034200232250</id><published>2008-09-02T10:34:00.000-07:00</published><updated>2008-09-02T10:39:11.601-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Medo'/><title type='text'>A mão esquálida</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.pananananananapanananananana.blogger.com.br/algodaodoce.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.pananananananapanananananana.blogger.com.br/algodaodoce.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Horário de aula, três meninas foram ao banheiro do colégio: tudo em nome do medo. A fissura pelo medo é alucinante, viciante e mesmo as crianças sabem disso. Crianças são, na verdade, criaturas mui, mas mui mórbidas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Adentraram no banheiro, as três, com péssimas intenções. Trancaram a porta, abriram as torneiras e as tampas dos sanitários, acionaram três vezes as descargas e xingaram palavras que sequer conheciam a significância literal (achavam interessantes apenas pelo fato de serem proibidas). “Isso é o bastante” disse uma delas, “Agora é só esperar, creio!”, emendou sem poder conter-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Passou longos minutos, o silêncio mórbido da expectativa entre elas. Uma das garotas olhava atentamente para o teto, com um antigo e perpétuo buraco; outra tentava manter os olhinhos em varredura, temendo que fossem surpreendidas pelo monstro evocado; a última, a líder, tentava manter a calma e domar a própria excitação. Diversas vezes o silêncio era quebrado pelo gotejar da água nos velhos chuveiros... mas nada de inexplicável aconteceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; font-family: courier new;" align="center"&gt;&lt;span style=""&gt;* * *&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;A ‘líder’, impassível, chegou à casa indignada aquele dia. Contou à mãe convencionalmente cética o que acontecera e recebeu como resposta apenas: “o sobrenatural &lt;i style=""&gt;não existe&lt;/i&gt;, minha filha” e decidiu fazer de novo pra ter certeza...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;span style="font-family: courier new;font-family:&amp;quot;;" &gt;Quando abriu a porta do banheiro e acendeu a luz, lá estava uma mulher pálida de lábios carmesim, repleta de ferimentos cobertos por tufos de algodão!Ela olhou para a garota, aqueles olhos escuros, e gélidos que exprimiam algo na linha tênue entre maldade e sofrimento. A mulher desapareceu numa espécie de rajada de vento, no segundo em que a menina piscou os olhos, incrédula. A propósito, o coração da guria acelerou de tal modo que seus pés descalços pareciam estar grudados no azulejo e que seu corpinho era uma pesada peça de mármore. Ela sabia que o monstro viera do teto, onde se escondia... Isso porque são mitos, e mitos não passam de verdades omitidas para não assustar a humanidade... mesmo porque, todos sabemos que a primeira vez é um mero aviso e a outra tem outra conotação.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-7604973034200232250?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/7604973034200232250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=7604973034200232250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/7604973034200232250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/7604973034200232250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/09/mo-esqulida.html' title='A mão esquálida'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-941124711335854157</id><published>2008-08-31T04:05:00.000-07:00</published><updated>2008-08-31T04:17:51.701-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios'/><title type='text'>TROMPE L’OEIL POST MORTEM: Delírios e pesadelos de alguém já morta</title><content type='html'>&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Acorda, levanta da cama e faz com que a luz do quarto se acenda. Sonolenta, caminha até o corredor e se depara com alguém à sua esquerda e berra com os olhos arregalados: “NAMORADO?!”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Desperta e nota que aquilo não tem nada de concreto e que está, na verdade, dentro de um ônibus de viagem interestadual. “Droga, o que há de errado comigo?”. Seu corpo febril pede por água, obrigando a dirigir-se ao final do corredor. Caminhou atenta para não sujar as meias, até que um deslize fez com que olhasse através da janela, avistando uma boiada que parecia envolver o veículo. Como se não bastasse, camundongos nojentos corriam pelo corredor, em reflexo incrível, embrenhando-se da mesma forma misteriosa que brotavam. Era absurdo demais!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Por que será que ninguém se movia? Não percebiam ou... negligenciavam tal fato?O que uma garota pode fazer quanto a isso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;De repente havia ninguém nos assentos; bateu explosivamente na porta do banheiro, abriu e estava vazia... correu até a cabine frontal, desviando dos ratos que agora beiravam os milhares. De repente corria através de um corredor escuro rumo a uma porta de redenção, talvez... para encontrar, no final, a cabine igualmente vazia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;NÃO!Ela não passa de um corpo esquálido, deveras repulsivo e rijo feito pedra!Um corpo com marcas de mãos, estatelado numa poça de fel diluída em sangue, num lugar qualquer...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center; font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;* * *&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;...Uma ave acaba de adentrar a janela e bicar um dos olhos que contemplavam o teto, vidrados... vermes com aspecto de macarrão se disseminavam, intensificando seu domínio sobre a matéria, já podre e, como humanos, retirando e fazendo uso do ínfimo que resta a uma carcaça...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/2249_morte/122483_morte1final.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/2249_morte/122483_morte1final.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-size:85%;" &gt;pintura de 1894 intitulada 'O Cadáver', exposta no museu Alemão da Higiene em Dresden&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-size:85%;" &gt;(Na reportagem não encontrei o nome do autor)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;C’est finis!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-941124711335854157?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/941124711335854157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=941124711335854157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/941124711335854157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/941124711335854157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/08/trompe-loeil-post-mortem-delrios-e.html' title='TROMPE L’OEIL POST MORTEM: Delírios e pesadelos de alguém já morta'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-2051922132254300396</id><published>2008-08-30T05:29:00.000-07:00</published><updated>2008-08-30T05:34:16.238-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:Amor:.'/><title type='text'>Prelúdio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;pre style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;"Voluptous convulsions twisting my soul&lt;br /&gt;So pure and dirty is my passion for you&lt;br /&gt;In my secrets I got my torment&lt;br /&gt;Why did you leave me when I put you my love?&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;I still remember that day as if now&lt;br /&gt;You dressed that sweaty blue dress&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;So with desire you looked at me&lt;br /&gt;Setencing me with that burning smile&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;But you love me, I know that&lt;br /&gt;And tonight your body will be mine&lt;br /&gt;Come with me my sweet little darling&lt;br /&gt;I will show you a new world&lt;br /&gt;Where you never has been before&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Eternity of torture to me&lt;br /&gt;But I don't care if your body is so cold now&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;I don't need to carry this fuckin' cross&lt;br /&gt;I'm not trying to be the new messiah&lt;br /&gt;What is moral in this stupid world?&lt;br /&gt;You died for me, won't do the same for you&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I will put you all my hate&lt;br /&gt;Show me the delights locked in your mind&lt;br /&gt;You don't need to be afraid&lt;br /&gt;Will make you a woman tonight!"&lt;span style="font-family: Georgia,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(Sarcófago -Little Julie)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Seu corpo de menina inerte, sob lençóis gastos, significa um pesaroso fim. O olhar fixo no teto era incapaz de enxergar, se perdia na densidade da escuridão. A tez não trazia o alvor e maciez de outrora, o colo, as mãos e o rosto não eram os mesmos, angelicais. O coração soava tépido, o calor não era mais aquele.&lt;br /&gt;Toda história, no entanto, possui a sua premissa, mesmo essa lenda cruel sobre utopias e desejos. Era isso que o coração vazio trazia à tona, como o despertar de um sonho.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Devia ter entre treze e quatorze anos, uma atmosfera infantil a cercava. Estava sempre de vestido de algodão em cor viva que combinasse com a fita no cabelo ruivo ondulado, preso em um laço perfeito.&lt;br /&gt;Naquela tarde comum de verão, ela passara em uma loja de CDs para, como fazia sempre, presentear-se. O dono da loja ouvia um som estranho, agressivo, melancólico até, o qual afirmou serem os Rolling Stones na década de setenta. Paralelo a isso, as mãos minúsculas e quadradas, como de bebê, vasculhavam as prateleiras com curiosidade.&lt;br /&gt;Algum tempo depois irrompeu um estranho no estabelecimento. Ele era enorme, possuía barba e cabelo cheios e escuros, tal quais os olhos pequenos que derramavam sobre ela uma malícia incisiva que varria o vestido azul. Aquela compleição máscula exerceu, naquele momento, uma atração como nada antes na vida.&lt;br /&gt;Para uma menina nessa idade, o amor é um cume inalcançável, por isso, ao perceber que apenas o olhar dele a consumia por completo, soube que encontrara o ápice. Ao menos pensava ser.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Houve vários encontros depois dessa tarde. Através da iniciativa dele (beijos na mão, e frases em tom de sagacidade) desencadearam o relacionamento. Depois foi ela quem passou a ir à loja sempre, para vê-lo. Transcorreram algumas semanas, e então estava consumado, o amor. As intimidades e personalidades mesclaram-se, de modo que uma das almas suprimiu a outra; mas isso não importava, afinal de contas, ela estava cega, como se diz de alguém apaixonado, em subjugamento consentido. Não tardou e logo a jovem abdicou da plena aplicação da utopia pelo ensejo maior.&lt;br /&gt;Isso tudo culminou na total transformação. Ela se tornou outra. Abandonou o vestidinho azul, o calor do sol e tudo mais que anteriormente a caracterizava. A pele logo se tornou candidamente leitosa; os olhos claros foram ocultados por um vidro que os escureciam; os anéis cor-de-cobre se desfizeram e foram tingidos de negro como também as unhas e os lábios. A estrutura corporal não estava completa, por isso foi submetida a um esculpimento cirúrgico, por um amigo do seu homem, que exerceu a função feito um poeta parnasiano. O próximo passo foi vestir as roupas pretas sensuais e provocantes: rendas, meias arrastão e botas de cano longo.&lt;br /&gt;A essa altura, o mito de fetiche estava pleno. A razão de tanta entrega era simples: queria ser a Vênus dele, por isso se entregou por completo às perversões da sua ave de rapina perfeita. Não se importava em ser a presa, a princesa linda, dócil e perfumada, amava-o cada vez mais, como um câncer que se prolifera alucinado, alheia aos próprios “defeitos” antigos. Em troca recebia rosas, uma espécie de oferenda ao fetiche, que, afinal de contas, não passava disso.&lt;br /&gt;O envolvimento perdurou por um longo tempo, mas nesse meio tempo ele retomou com a mulher o noivado, e se envolveu sem que a garota soubesse. A mulher era uma estrangeira de beleza comum. Mais uma com amor simples e puro o qual ele viria a corromper ou desprezar com total indiferença?&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; A presa logo descobriu, mas esse capricho não foi capaz de tolerar. Mesmo outrora consentindo tudo exigiu uma resolução complacente após a verdade que era nítida e crua: ele se cansara dela. Em vez de despedida houve uma briga em que ele se revelou outro, não a sua águia majestosa, mas um abutre agourento... que ela amava.&lt;br /&gt;Permanecia na casa precária que presenciara tantos bons momentos. Sobre a cama inalava a sós o odor das rosas podres salpicadas naqueles lençóis obsequiosos evidenciando que o amor fora palpável, entretanto, efêmero. Ela perdera: o amor não estava em suas mãos – se é que havia estado - fora descartada como uma fantasia após o Halloween.&lt;br /&gt;O olhar da mocinha, longínquo e seco, não é mais capaz de distinguir o borrão atroz (olhos secos e incolores não distinguem amor de fantasia), mas aquilo que tentava enxergar não passava do restante do que havia sido seu próprio corpo, degradando como as rosas: um cadáver pútrido que pendia sobre a cama, um móbile grotesco.&lt;br /&gt;Fantasias se extinguem, mas ela continuaria amando a ele pela eternidade. Amor é ruína, amor é suicídio, jamais pensara que fosse, mas as retinas provavam o contrário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-2051922132254300396?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/2051922132254300396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=2051922132254300396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/2051922132254300396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/2051922132254300396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/08/preldio.html' title='Prelúdio'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1444738566715534761.post-2147151401703810040</id><published>2008-08-28T16:58:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T17:06:04.618-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceito'/><title type='text'>Prazer</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.harley.com/art/abstract-art/images/%28pollock%29-lavender-mist.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.harley.com/art/abstract-art/images/%28pollock%29-lavender-mist.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Autor: Pollok&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Capaz de sorrir visualizando atitudes vis... como queria ter vivido naquela abundante época das torturas. E desejava isso em sua essência: dor e morte, em suas mãos, alimentando seus olhos, saciando seu corpo, liberando toda aquela libido reprimida; tudo de uma só vez e bem rápido.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Sussurros vindos do porão. Interrompeu-se e foi até lá. Deteve-se por alguns segundos tocando a fechadura. Entrou e logo foi surpreendido por uma vala recém aberta, vazia. Logo aquela que –tinha certeza- havia tapado. Pois bem, o que quer que seja não hesitou em crava-lhe a pá nas costas e jogá-lo pesadamente na vala cavada para abrigar outrem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1444738566715534761-2147151401703810040?l=sagradosinsipidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/feeds/2147151401703810040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1444738566715534761&amp;postID=2147151401703810040' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/2147151401703810040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1444738566715534761/posts/default/2147151401703810040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagradosinsipidos.blogspot.com/2008/08/prazer.html' title='Prazer'/><author><name>Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05228205862311707419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_P1gf5Xk4ZRU/TIwD8MAN--I/AAAAAAAAAjg/28EO2jcnTSk/S220/parque.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
